3 desafios que impedem carros de operar com 100% de autonomia

Obstáculos técnicos, regulatórios e de negócios ainda estão no caminho de veículos autônomos práticos e baratos

mês de abril trouxe boas notícias para os entusiastas dos veículos autônomos. Só nas últimas semanas, o Uber anunciou US$ 1 bilhão de investimento na tecnologia, a Waymo (do Google) decidiu expandir sua operação em novas regiões e a Tesla revelou que espera lançar 1 milhão de táxis autônomos até 2020.

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Novas tecnologias continuarão exigindo atenção humana para reduzir acidentes nas rodovias

Sim, o futuro está logo ali e novas tecnologias estão chegando às rodovias brasileiras. Depois de cancela eletrônica, em que o pagamento da tarifa é automático e o usuário não precisa parar na cancela, e de sistemas inteligentes de monitoramento dinâmico das vias, outras inovações chegarão em breve.

Até o final deste ano, a Arteris ViaPaulista – concessionária que administra quase 300 quilômetros que ligam Araraquara às cidades de Avaré, Botucatu e Itaporanga, no interior de São Paulo – contará, por exemplo, com conexão wifi em toda a extensão da malha concedida. Já os veículos que trafegam nas rodovias vêm ganhando cada vez mais sistemas de segurança e assistência embarcados para auxiliar o condutor em seu trajeto, reduzindo assim a ocorrência de acidentes, em um caminho em direção aos carros autônomos.

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Análise de dados e experiência do usuário serão foco do mercado em 2019

Empresa de tecnologia analisa o mercado e antecipa tendências

São Paulo – Cada vez mais as empresas se voltam para garantir uma boa experiência para clientes e consumidores. A relação das pessoas com os produtos devem parecer menos uma ação de massas e mais algo natural, pró-ativo e personalizado. Além disso, o destino, a análise e a proteção da enorme quantidade de dados gerados diariamente nessas interações serão as grandes preocupações das empresas no próximo ano.

É o que prevê um levantamento de tendências de tecnologia para 2019 produzido pela Dimension Data, empresa especializada em serviços de tecnologia de Joanesburgo, na África do Sul. De modo geral, a companhia avalia que as empresas vão acelerar a adoção de tecnologias já estabilizadas no mercado e que reconhecidamente oferecem melhores soluções para os negócios, como inteligência artificial, aprendizado de máquina, robótica e internet das coisas.

O levantamento indica que as empresas deverão continuar investindo em transformar seu ambiente e desenvolver plataformas que sejam 100% digitais, migrando os sistemas tradicionais e adaptando a realidade do trabalho para incluir novas formas de interação.

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Montadoras têm hegemonia de poder ameaçada por empresas de tecnologia

Os veículos elétricos, por exemplo, representam a primeira mudança fundamental no design dominante no setor automotivo desde 1920

Por Elton Alisson, da Agência Fapesp

Nas últimas décadas, a indústria automotiva não viu transformações como as que têm ocorrido recentemente. As montadoras, por exemplo, até então acostumadas a deter o poder de decisão sobre as estratégias de desenvolvimento, fabricação e venda de novos modelos de veículos – com o aumento da tendência de digitalização dos automóveis, das linhas de produção e das cadeias de valor – têm visto sua liderança tecnológica no setor ser ameaçada por empresas como Siemens e Bosch. Segundo especialistas, essas empresas têm desenvolvido tecnologias que as montadoras não possuem e precisam adquirir.

“As montadoras ainda são os principais atores e que detêm mais poder na cadeia de produção da indústria automobilística. Mas, há alguns anos, começou-se a pensar que esses fornecedores de primeiro nível, que têm se tornado empresas muito poderosas e detido tecnologias que as montadoras não conseguem dominar, podem sobrepujá-las”, disse Roberto Marx, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), à Agência FAPESP.

Com o aumento das ondas de eletrificação e de desenvolvimento de carros autônomos, as montadoras também passaram a ter sua hegemonia de poder ameaçada por empresas de tecnologia, como Tesla, Uber, Google, Amazon, Cisco e Microsoft, entre outras, além de fabricantes de baterias e de outros equipamentos elétricos.

Essas empresas têm entrado e podem se tornar os principais atores desse setor

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Cansado da fila no posto? Compre um carro elétrico

Abastecer na tomada sai de graça em supermercados e shopping centers

Para abastecer o carro elétrico na tomada, não tem fila. Pelo contrário. Enquanto a Aneel não regulamenta a venda de recarga para automóveis, shopping centers e supermercados oferecem eletricidade de graça e vagas de estacionamento exclusivas — cortesias para atrair um público bastante seleto. 

Segundo a Anfavea, 1.260 carros elétricos foram emplacados este ano (0,2% da frota). A estatística considera modelos puramente elétricos (que carregam na tomada, como um telefone celular) e outros nem tanto: elétricos com gerador auxiliar e elétricos híbridos (com um motor a combustão para dividir o esforço). Estes últimos precisam visitar o posto, mas tão pouco que deve dar para aguardar o fim da crise de abastecimento. Segundo a BMW, o esportivo i8 pode rodar 50 quilômetros com um litro de gasolina.

O BMW i8 custa caro (R$ 800 mil), mas você pode recuperar o investimento com a economia de combustível. Ao dividir o esforço entre um motor elétrico e outro a combustão, o modelo roda 50 quilômetros com um litro de gasolina, segundo dados do fabricante. (Menos otimista, o teste de consumo feito pelo Inmetro registrou 11,3 km/l na cidade). Em 2018, 12 unidades foram emplacadas no Brasil.

O BMW i3 pode se alimentar exclusivamente de eletricidade. Seu motor a combustão é meramente um gerador estacionário, para recarregar as baterias em viagens mais longas. Após vender 26 unidades (por cerca de R$ 170 mil), em 2017, o modelo ainda não registrou um único emplacamento em 2018. A BMW suspendeu a importação à espera de um novo programa governamental de incentivo à indústria automotiva,

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