Reinaldo e Evo alinham projeto de ferrovia

Assunto foi tratado em Santa Cruz de La Sierra, em encontro sobre o fornecimento de gás e ureia

Considerado estratégico para o desenvolvimento logístico do Brasil, o projeto da Ferrovia TransAmericana foi debatido entre o governador Reinaldo Azambuja e o presidente da Bolívia, Evo Morales, nesta terça-feira (4). Os dois trataram do assunto na cidade de Santa Cruz de La Sierra, em encontro marcado para oficializar o fornecimento de gás e ureia bolivianos para Mato Grosso do Sul.

O governador Reinaldo Azambuja explicou que o traçado da TransAmericana, também conhecido como Corredor Ferroviário Bioceânico, encurta distância das exportações brasileiras até a Ásia e dá “enorme” competitividade à produção. “Esse modal é uma extensão das ferrovias brasileiras, adentrando ao território boliviano e chegando aos portos peruanos e chilenos”, destacou Reinaldo Azambuja.

Ao unir os oceanos Atlântico e Pacífico, a Ferrovia TransAmericana integra Brasil, Bolívia, Argentina, Chile e Peru.

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Com futura ministra, Reinaldo obtém garantia de recuperação de ferrovia

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assegurou nesta terça-feira (13), durante reunião em Brasília, a inclusão da recuperação da ferrovia Malha Oeste – traçado da antiga Rede Ferroviária Federal –, com extensão de 1,9 mil quilômetro, no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo federal, a partir da prorrogação da concessão da Rumo Logística e compromisso de investimento de R$ 5 bilhões.

A garantia veio após reunião com a deputada federal Tereza Cristina (DEM), futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PSL), e Tarcísio Gomes de Freitas, secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do PPI. O programa, criado em 2016, será mantido na futura gestão federal, visando ampliar e fortalecer a interação entre Estado e iniciativa privada via

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Comissão do Congresso aprova MP que cria fundo para investimentos em ferrovias

Fundo de Desenvolvimento Ferroviário receberá recursos via lei orçamentária e outorga paga pelo vencedor do leilão de trecho da ferrovia Norte-Sul. Texto segue para análise da Câmara.

Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

A comissão de deputados e senadores destinada a analisar a medida provisória (MP) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário aprovou nesta quarta-feira (14) relatório do deputado Lúcio Vale (PR-PA) favorável à proposta.

Por se tratar de uma MP, o fundo está em vigor desde a edição do texto pelo presidente Michel Temer em julho.

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Concessionária espera retomar em 2019 obras da Ferrovia Transnordestina

A Transnordestina Logística S.A., empresa privada responsável pela construção e operação da Ferrovia Nova Transnordestina, espera retomar as obras da ferrovia destinada a ligar os portos de Pecém, no Ceará, ao de Suape, em Pernambuco, além do cerrado do Piauí, no segundo semestre de 2019. A expectativa é apresentar até julho do próximo ano, à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), um novo detalhamento do projeto da obra, iniciada em 2006, para em agosto ou setembro do próximo ano reiniciar os trabalhos.

O assunto foi discutido nesta quarta-feira (31) em audiência pública na comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha a obra.

A construção da ferrovia – uma concessão feita pelo governo à iniciativa privada – está praticamente parada desde 2017 por conta de indícios de irregularidades flagrados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). São problemas de governança, qualidade, falta de estudos e desconhecimento de valores, o que levou ao bloqueio das aplicações de recursos federais.

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Pará critica proposta de renovação de ferrovia da Vale e diz que governo é açodadoPará critica proposta de renovação de ferrovia da Vale e diz que governo é açodado

Vale deve construir um trecho de 383 km da ferrovia no Mato Grosso e Estados reivindicam investimento

André Borges, O Estado de S.Paulo

07 Agosto 2018 | 12h04

BRASÍLIA - O governador do Pará, Simão Jatene, fez duras críticas ao plano traçado pelo governo para a renovação antecipada das concessões ferroviárias firmadas com a mineradora Vale. 

Em julho, o governo convocou a imprensa para anunciar que a Vale foi escolhida para construir um trecho de 383 km da ferrovia entre os municípios de Campinorte (GO) e Água Boa, em Mato Grosso. Essa nova malha, que teria a missão de apoiar o escoamento de grãos do Estado, seria a contrapartida para que o governo renovasse as concessões já detidas pela Vale: as ferrovias Vitória-Minas, entre Minas Gerais e Espírito Santo; e a Estrada de Ferro Carajás, no Pará 

Os Estados negam disputas, mas ficaram inconformados com a decisão do governo de deslocar cerca de R$ 4 bilhões para um novo projeto no Mato Grosso, quando possuem obras ferroviárias previstas para seus territórios.  "Qual o interesse social de antecipar essa renovação? Sou governador do Pará, mas para mim isso é uma questão nacional. Sem pretender ser indelicado, mas os melhores adjetivos que eu posso imprimir à atitude do governo federal foi de precipitação, açodamento, ansiedade ou qualquer um outro que se reproduza nessa direção", declarou Jatene.

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